sábado, 8 de novembro de 2014 2 comentários

[Sonhos] Eu, a noiva e a comemoração

Desculpe as poucas pessoas que leem o blog, porem períodos atribulados me impediram de postar. Atribulados mas felizes.

Sou corna definitivamente agora.

Não vou entrar nos meandros, pois se trata da privacidade da minha noiva e da pessoa com quem está, que também tem um lugar no meu coração, mas digo que estou feliz por elas.

Pois bem, não sei se por isso mas tive um sonho com uma tematica recorrente e vou relatar

Como em qualquer sonho começou num ponto aleatório, eu e minha noiva saindo para fazer compras e papeando. A diferença era que eu estava de mulher em plena luz do dia, mas não só de mulher mas hormonizada e siliconada.

Estavamos em uma cidade que não conheço e o shopping que fomos tão pouco pareciam quaisquer que eu conhecia (talvez o sonho dizendo que devido a transformação tinhamos nos mudado).

Fomos a varias lojas de roupa e finalmente escolhemos os vestidos. Por fim sentamos na praça de alimentação onde os olhares nos seguiam, mas não como geralmente na vida real eles me perseguem com chacota, mas sim com desejo.

Aqui vale uma explicação, minha noiva faz o tipo gordinha sexy. Se veste bem, tem coxas grossas, seios fartos e sorriso e olhos que atraem. Qualquer homem em seu juizo não deixa escapar. A mulher mais linda que já vi (mas ela não acredita nisso e vou falar disso num proximo texto prometo).

Tendo dito isso, facil compreender por que eramos o centro das atenções. Lembro que uma parte consideravel do sonho se perdeu ali num longo papo onde minha noiva conclamava sua indignação por terem cancelado a serie britanica favorita dela pra fazerem uma do Pinguim (sim o do Batman, e não eu não comando meus sonhos e os executivos de canais que nele residem).

Por fim voltamos pra casa e nos vestimos. Eu sabia que tinha um compromisso pra ir, mas não qual. Fomos pra um restaurante de carro (o que deveria ter me dado a dica de que era sonho ja que ela odeia dirigir) e ficamos la esperando. Era sol a pino quando saimos do shopping e entramos em casa apenas pra nos trocar e ao chegar no restaurante era bem a noite, o que prova que no meu inconsciente mulher sempre demora a se arrumar.

Não demorou muito e chegou a nossa mesa um homem negro forte e a namorada da minha noiva. Ele se sentou ao meu lado e ela ao dela. Ele me pegou num forte beijo e o mesmo aconteceu do outro lado da mesa. Ele puxou de não sei onde uma caixa e deu a elas e disse que era nosso presente a elas mas que era pra abrir em casa. De alguma forma eu sabia que ele era o cara com quem estava saindo a uns meses e que o presente era em comemoração de aniversario de namoro delas.

Rolaram algumas conversas sobre amenidades, e logo saimos. So lembro de pensar que não comemos nada. Mas quem vai em sonho pra comer?

Em casa ao abrirem a caixa elas se deparam com um strap on maior do que o que tinham, e a namorada da minha noiva a pega pela mão e diz que vão ali testar e não voltam dando risada.

Ainda ficamos na sala um tempo, onde não resisti e paguei um boquete para o meu negão e decidimos ir pro quarto de hospedes.

Passando pelo quarto que elas estavam, uma brecha na porta entreaberta permitia ver a cena, minha noiva de quatro aos urros de prazer trocando juras de amor com a namorada que a fodia com maestria. Ela na posição que podia nos ver mas a minha noiva não perguntou a ela qual era o melhor pau que a tinha comido, e ela respondia que o dela. Provocando mais ainda perguntou "ah é? e o da outra lá?" no que foi respondida com um "que pau?". Elas riram mas a risada da minha noiva foi parada abruptamente por sua namorada socando forte. Ela me deu uma piscadinha de cumplicidade como que dizendo "esse foi o agradecimento pelo presente" e nos deu um tchauziho.

Fomos com fogo para o quarto e eu quis emular minha noiva e pedi pra ser de quatro. A foda em si no sonho não teve nada de diferente, tirando a sensação dos seios balançando durante o sexo. Eu delirava e ele me xingava de todos os nomes possíveis ate que ele finalmente gozou.

Ainda lembro que tomamos banho e entre falando bobagens, nos provocávamos para irmos para um segundo tempo, foi quando acordei.

Foi um sonho que me deixou acessa e eu quis correr pra chupa-la mas infelizmente situações que não posso citar e que escapavam ao meu controle impediram de faze-lo prontamente.

Alias acho que vou faze-lo agora.

Beijos
sábado, 4 de outubro de 2014 2 comentários

[Relato] Sozinha e Acompanhada

Como obrigação imposta pela minha senhora Barbarella SW de Lord James passo a relatar minha ultima trepada.

O frio veio pra reconfortar depois de um período de calor insuportável. Porem mesmo o frio não podia apagar o foco que crescia cada vez mais no meu cuzinho.

Eu ansiava por alguém me invadindo a meses e desta vez não escaparia. Estava sozinha e a internet iria me prover de um suculento pau.

Depois de horas de conversas infrutíferas achei um que não só se mostrava disposto, como alem de ter um pau considerável, mora relativamente perto. Ele disse que não teria muito tempo, que eu não poderia ficar de mimimi, e que não era para eu levar a mal se ele terminasse e fosse embora. Nossa ser tratada como puta, como eu iria levar isso a mal?

Corri pra fazer a chuca como minha senhora regiamente me instruiu que fizesse. Já a tinha feito no dia mas melhor prevenir.

Mal tive tempo de colocar a calcinha e descer e bateram no portão. Coloquei rapidamente uma bermuda e fui atender.

Ele adentrou e ja foi na direção da porta mal falando comigo. Entrei atras dele e ele fechou a porta.

_ Tira logo a bermuda porra

Minha excitação foi dos pés a cabeça como pequenas fagulhas. Retirei e ao me ver com a bunda com a calcinha enfiada, ele me puxou de encontro a si, esfregando minhas costas nele. Ele em seguida me jogou no sofá e mandou dar o KY pra ele. Entreguei o lubrificante e me posicionei de quatro como minha Senhora me instruiu que uma puta deveria ficar: de pernas abertas e de cara na superfície.

Ele então tirou a calça e o tênis, abaixou bem rapido a cueca e mandou eu chupar seu pau. Me ergui o suficiente pra pegar e chupar aquele caralho lindo e agasalha-lo com meus lábios.

Porem não pude degusta-lo por muito tempo. Ele ele ja estava a meia bomba e logo estava bem duro. Me empurrou de cara ao encontro ao sofá e voltou pra tras de mim. Pegou o KY que ele temporariamente tinha colocado de lado e colocou uma quantidade na mão e espalhou pelo pau já encapado, e colocou mais na minha bunda.

Sem muita cerimônia colocou seu membro duro na porta e enquanto falava aguenta, num movimento enfiou a cabeça.

_ Tá doendo?

Antes que eu respondesse, em meio aquela dor, e até perda de ar ele foi enfiando mais ainda puxando meu quadril com toda força

_ Fodas se estiver

E continuou ate eu sentir seus pelos tocando minha bunda.

A dor era lancinante, já estava a um tempo sem dar, mas lembrei da frase da minha senhora "Como vai querer dar pros paus que quero arrumar pra você se nem isso aguenta?"

Arrumei forças não sei de onde e me ergui sobre os braços ficando literalmente de quatro e comecei eu mesma a bombar, indo pra frente e pra trás, ele tentando acompanhar a principio e nem conseguindo. Minha dor excruciante de ter meu cuzinho sendo dilacerado em minha mente era um tributo a minha dona, o pensamento do orgulho dela para com sua escrava fazendo o que ela nasceu pra fazer. Este pensamento de congratulações e elogios misturados com humilhação destinados a minha magnânima Senhora, fez com que rapidamente a dor virasse prazer.

Diminui meu ritmo e deixei meu macho estabelecer seu proprio. Eu ali subserviente, com a calcinha meramente arredada pro lado, e sendo comida por aquele pau delicioso.

Continuei ali naquela posição, mas ele foi com tanta sede ao pote, que logo após uma tremenda acelerada que fez ate doer gostosamente um pouco novamente, ele tirou o pau pra fora, desencapou e gozou fartamente na minha bunda.

Como praticamente tinha avisado ele mal terminou de gozar e colocou as roupas e se foi. Eu mesma nem tinha gozado, mas até onde puta tem direito de gozar com todo cara que lhe dá o privilegio de enfiar seu pau em seu cu indigno?

Peguei o vibro maior e enfiei em meu cu aproveitando a alargada que eu havia sofrido. Com ele dentro de mim, me coloquei ainda suja, de quatro, alcancei meu minúsculo "clitóris" e me masturbei.

Masturbei pensando no dia que teria um daqueles sempre me adentrando e me dando seu leitinho onde eu mereço.

Alguem que me adentre sobre ordens rigidas e gritos de humilhação de minha Senhora me faça me colocar no meu lugar, de mulherzinha puta e submissa.

Masturbei pensando nisso tudo.

E fartamente....

Gozei
terça-feira, 23 de setembro de 2014 0 comentários

[Relembrar é viver] Minha incompetência a jogou em outras mãos

A uns anos eu dava aula em um um colégio particular, e minha semana era bem confusa. Enquanto que de segunda a quarta eu não trabalhava, na quinta e na sexta eu dava aula em todos os horários da manha e da tarde. Na época morávamos apenas minha irmã e eu em casa, e eu namorava uma mulher.

Muitas vezes por eu ter de sair de casa as quintas feiras as 4:30 da manhã ela ficava por lá uma vez que tinha dormido na minha casa. Em outras como tinha chave da casa eu chegava na sexta feira do trabalho e ela já estava lá, as vezes mesmo sem combinarmos nada, uma vez que tinha a chave.

Pois bem, numa sexta feira ao chegar em casa tudo estava normal, ela estava na sala assistindo TV, nos cumprimentamos conversamos e eu fui no quarto me trocar. Enquanto tirava o tênis e o colocava ao lado da cama, eu notei que ele bateu em algo. Era a mochila dela, mas ela sempre a deixava na sala de jantar ou perto da entrada do quarto. A peguei pra deixar no local que sempre ficava, e quando a ergui notei que tinha uma calcinha embolada no chão. Como a mochila estava aberta, obviamente achei que tinha caído de lá e a peguei. Eis que me surpreendo de sentir que ela esta molhada. Ao abri-la vejo ainda resíduos de um liquido branco bem conhecido. O cheiro, aparência e textura claramente denotavam que aquilo era porra, e não era minha.

Coloquei a calcinha onde estava e a mochila em cima dela, como se nunca a tivesse encontrado. Afastei os tênis para o outro lado da cama para aparentar que nem cheguei perto, terminei de me trocar e fui para a sala.

Em meio a conversa, perguntei a ela , como quem não quer nada, se ela me esperou muito, no que ela responde que tinha chegado pouco antes da minha irmã alegando que como eu sabia, ela não gostava de ficar muito tempo sozinha na casa sem mim.

Nas três semanas seguintes comecei a perceber varias pistas pela casa e no comportamento dela. Notar desde que se eu tinha alguma reunião na escola durante a semanae avisava previamente que ou ela não ia embora ou quando chegava ela ja estava lá, que a cama estava mexida (mesmo que arrumada pra parecer que não foi), ou até que o chuveiro sempre tinha sido usado e ela aparentava ter tomado banho a pouco tempo quando chegava de reuniões ou nas noites de quinta ou sexta.

Cheguei, já depois de varias pistas a fazer coisas como olhar por cima quantos cigarros ela jogou no lixo antes deu chegar, deixar um palito, (como vi num filme) na dobradiça da porta pra depois não o encontrar lá mostrando que ela tinha estado na casa e saindo antes que eu chegasse.

Um dia então resolvi botar minha teoria em pratica. Avisei com quase uma semana de antecedência que na quarta feira seguinte eu teria uma fictícia reunião próximo do horário do almoço na escola e que ela deveria se estender até pouco depois das duas da tarde ou mais.

Nos dias seguintes intensifiquei ainda mais minha mania de ligar antes de sair pra ir pra casa dela, avisar quando estava chegando lá, ou saindo do serviço. Tudo parte do plano.

Na dita quarta feira, levantei tarde, me arrumei e sai. A principio fui a uma padaria proxima e lanchei. Quando deu uma meia hora depois fui para uma lojinha perto que era bem movimentada e liguei pra ela. Aproveitei o burburinho e disse que a reunião tava bem desorganizada, que o cara que ia conduzi-la errou na gravação da midia e teve de voltar em casa pra buscar as planilhas e power points em casa e que a estimativa agora era que não sairia dali antes das 16 ou 17 horas mas que ligaria pra ela quando estivesse saindo.

Dali andei até a avenida que cruzava com a rua da minha casa e parei na esquina. Como ali ficava no fim do quarteirão seguinte e minha rua subia na direção da minha casa, dali eu podia ver qualquer um que subisse por ali ou ate parasse no portão.

Fiquei um bom tempo ali ouvindo coisas no telefone. Quase uma hora depois de estar ali, avisto uma figura conhecida que tinha passado do outro lado da rua lendo e nem me visto. Era um colega da minha cunhada, um rapaz negro sem muitos atrativos ou peculiaridades. Talvez se eu mesmo não tivesse de fones de ouvido eu tivesse o cumprimentado. O que pensei poucos segundos depois que seria má ideia, pois ele iria acabar comentando que me viu ali e naquele horário.

Bem acompanhei o tal colega com o olhar pensando que nunca desconfiei que ele morasse ou frequentasse meu bairro. Porem ele foi subindo a minha rua, passou a esquina seguinte e continuou a subir, agora no meu quarteirão. Um frio foi subindo a minha espinha a cada passo depois desta constatação. Ele subindo e subindo ate que sim, ele parou no portão da minha casa. Daquela distancia por mais que eu pudesse ver isso, não podia discernir mais nada, seja como se cumprimentaram ou qualquer coisa do tipo. O portão simplesmente fechou.

Esperei um tempo e subi atrás.

Aproveitando uma peculiaridade da minha casa, de que ela tinha uma casa nos fundos e inquilinos, abri o portão normalmente e até caminhei pelo corredor que dava acesso. Quando eu e ela estávamos fazendo sexo, isso nos indicava se era um inquilino que chegava ao invés da minha irmã por exemplo.

Após um tempo, pé ante pé fui ate a porta de entrada que estava destrancada. Entrei e a fechei sorrateiramente e me esgueirei para o antigo quarto da minha irmã que agora ficava no segundo andar, que deixei antes de sair só com a porta encostada. A porta deu uma mini rangida que me fez pensar que seria o fim do meu ardil, mas eles continuaram a conversar lá da cozinha. 



Realmente não dá pra culpar
O teor da conversa era meio inaudível, mas dava
pra perceber que estavam lá só pq ela estava servindo agua pra ele. Ela enquanto se deslocava pelo corredor disse pra irem pra sala que ele terminava de beber por lá. Pude então acompanhar melhor o dialogo. Ou quando ele aconteceu. Porque de inicio o barulho que vinha da sala era claramente de beijos. Daqueles sôfregos e ardentes, que no ímpeto de agarrar o parceiro e se mexer, se erra até a boca a cada mexida dando pra ouvir. Óbvio que os gemidos seguintes tornaram ainda mais claros a pegação.

Ele perguntou a ela se transamos na noite anterior como ela tinha falado que planejava fazer. Ela disse que sim, e depois se corrigiu com um "tentamos". Contou que tínhamos começados as preliminares bem, que ela ate gozou com o oral que fiz, porem que eu não tinha aguentado três minutos de penetração com ela e broxei.  Contou então que me disse que ia me provocar e começou a se masturbar e percorrer o copo com a outra mão. Contou que enquanto falava pra mim de como gostava das minhas caricias e de mim, que ela pensava nele metendo nela.Ela foi interrompida em seu relato pelo que pareceu novamente caricias, chupões e beijos. Como poderia culpa-la, como ela bem disse, eu não a satisfazia.

Ela então o trouxe pela mão novamente e ainda se pegando fortemente entraram no meu quarto. O ângulo pela fresta da porta do quarto da minha irmã não era dos melhores, porem como eles estavam de porta aberta a maior parte da ação eu pude ver. E principalmente ouvir.

Ouvi a minha incompetência ser clamada em alto em bom som. Seja na forma de elogios a performance dele, ou comparando-a a minha e a ridicularizando. Vi aquele pau, que em sua plenitude próximo ao meu "clitóris" o faria parecer um palito de dentes, adentrar ela, que urrava e gemia. Via ele a chamando de vadia ao bombar nela de quatro, enfiando e tirando aquele monumento a fazendo quase morrer de tesão.

Não aguentei e abaixei minhas calças e comecei a me masturbar. Vendo tudo aquilo o tesão foi demais. A situação de ter minha incompetência exposta já seria o suficiente pra me enlouquecer, porem ver aquela imagem e me imaginar no lugar dela foram demais pra mim. Acabei gozando fartamente entre bombadas fortes seguidas que el dava nela ainda de quatro enquanto ela elogia seu pau. Ele por fim gozou tirando de dentro de sua bucetinha e derramando seu liquido em suas costas. Ficaram de caricias, beijos e acabaram em pouquíssimo tempo se animando pra mais um tempo.

Eles ainda demoraram um bom tempo naquilo quando enfim foram para o banheiro, o que foi minha deixa. Assim que ouvi o chuveiro ser ligado, sai novamente pé ante pé. Peguei um ônibus e fui para um shopping próximo. Assim que deu um horário próximo do que tinha dito liguei dizendo que a reunião terminara e que eu ia pegar o ônibus pra casa e que em uma hora estaria lá.

Ela nunca soube que eu descobri, mas depois de um tempo as pistas de que acontecia algo nos dias que eu me ausentava foram escasseando, até desaparecer, o que queria dizer que eles foram se vendo menos ate acabar.

Obviamente não me enganei. Sabia que ao longo do tempo ela com certeza teve de recorrer a outros homens pra sentir prazer, afinal eu é que não conseguiria dar isso a ela.
Acho que só algo assim a satisfaria. Porem não chego nem perto, como o marido na foto.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014 0 comentários

[Desejos] Como barro nas mãos de minha Senhora

Desperto as 5 da manhã como em todos os dias nos últimos cinco meses.

Minha senhora exige que o café esteja servido as 6 horas em ponto e por isso levanto tão cedo.

Arrasto meus pés para minimizar o tilintar das pesadas correntes.

Segundo minha senhora além de limitar meus movimentos elas tonificam minhas pernas.

Após deixar todas as coisas no lugar, repensando se nada mínimo me escapou mas que em sua infinita sabedoria é vital para minha senhora, refaço meus passos de modo a agradar seus olhos.

Ela desperta e se satisfaz com a refeição deixando escapar um "satisfatório" ao fim da ultima mordida.

Esse é o máximo que posso almejar: ser satisfatória.

Ela me encaminha para a cozinha para que eu lave a louça que foi utilizada no café, e inicie as tarefas da casa.

Tendo terminado a arrumação que envolveu lavar copos, talheres, assim como o chão e o banheiro, me dirijo a Ela para tomar as chineladas merecidas por atrasar 15 minutos a tarefa.

Ela então troca minhas correntes por mais leves. Me ordena que comece a fazer meus exercícios para os glúteos.

Novamente como nos últimos meses o roçar do tecido de minha blusa em meus seios me enlouquece. A pesada carga hormonal administrada por minha Senhora fez com que eles fossem de duas pequenas coisinhas de uma mocinha pra seios lindos mesmo que ainda modestos.

Ao termino ela me puxa pela minha coleira para a cama e faz a rotina de me espancar as nádegas e fazer meu alargamento anal. Segundo ela homem nenhum é obrigado a ouvir vadia reclamar de tamanho, tampouco fazer cara de dor. Seguindo seu pensamento eu tenho de estar pronta a satisfazer plenamente qualquer macho, não importa o quão descomunal.

Após ser libertada sou instruída no treinamento de como me maquiar. Minha senhora odeia homens desapontados com meu visual. E em sua visão a decepção deles nunca pode ser uma incompatibilidade de gostos e sim a minha incompetência em me produzir. Faço e refaço a mesma maquiagem do dia ate que aos olhos de minha senhora, eu esteja perfeita

Sou enviada as tarefas da tarde, porem minha Senhora as termina mais cedo.

Pois hoje é um dia especial.

Hoje ela me dará seios.



Desperto as 5 da manhã como em todos os dias nos últimos meses.

Sinto as dores nas costas e nos locais da operação ainda.

Segundo minha senhora a beleza doí, e como eu queria seios que eles fossem bem grandes.

Segundo ela eu deveria ter seios que atraíssem todos os olhares e que os homens já fizessem um julgamento de mim apenas ao vê-los.

Em sua infinita bondade minha senhora reduziu minhas tarefas pela metade. Não mereço tais regalias mas ela sabe como cuidar de mim.

Com o tempo extra que me sobrou ela pratica um sermão diário. Repetindo frases até elas consolidarem em minha mente.

Quase como mantras.

"Você é minha e só minha"

"Os machos que ajudaram a pagar sua operação tem de ser pagos, você ira dar pra eles sempre que quiserem, e vai trabalhar com a única coisa que sabe fazer ou seja, dar"

"O seu dinheiro vai para terminar de te esculpir pra mais machos ainda, desejarem o que é meu"

"Você nunca vai tirar isso que tem entre as pernas. Essa coisa inútil vai ser uma eterna lembrança pra você de que nunca alcançara a perfeição que sou eu"

Vários destes se seguem.

Uma longa lista.

Uma lista pétrea. Cunhada de forma indelével agora em minha mente.




Desperto as 5 da manhã como em todos os dias nos últimos dias.

Me preparando para este momento.

Após a serie de tarefas que voltei plenamente a exercer na casa, minha Senhora me ajuda a me arrumar.

Segundo ela a ultima vez, pois daqui pra frente devo mostrar que fui bem instruída e faze-lo sozinha.

Sem cerimônias ou adereços dispensáveis, como roupas, sou colocada a espera do macho.

Este chega e guiado pela minha senhora me leva ate a cama.

Ela com todo seu poder me instrui a espera-lo de quatro enquanto ele se despe e se coloca atrás de mim.


O macho foi escolhido a dedo por ter um pau digno de nota.


Ele vai estrear a nova fêmea que me tornei.


Com um golpe ele praticamente me adentra totalmente.

Ao ser pega pelas ancas e bombada minha Senhora profere as palavras que se permeariam eternamente em mim:

"Sente o peso deles? Sente o balanço? É o balanço da minha obra"


"É o balanço do barro esculpido pelas minhas mãos"


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[Relembrar é viver] Do impulso de vingança para a cama

Namorei por um longo período um homem, que além de cheio de fantasias e fetiches, tinha um membro digno de nota. A principio as coisas não terminaram muito bem, todas os de papos terminavam em tentativas por parte dele de reatarmos, eu jogando a culpa nas pressões que ele fez e por aí vai.

Num destes papos por MSN onde fomos de uma conversa amigável a trocas de insultos, ele acabou jogando na minha cara que depois dele não me satisfaria com ninguém, que não conseguiria pegar ninguém, e toda coisa do gênero.

Passava pouco da hora do almoço, lembro bem como se fosse hoje, e eu fiquei possessa.

Já estava a um mês e pouco sem transar, e como se não fosse o bastante, ainda tinha de ouvir aquilo.

Entrei então no famigerado chat do UOL, o mesmo que anos antes me apresentou a ele, e decidida a me oferecer a todos até encontrar alguém pra dar ainda naquele dia, fui de sala em sala.

Comecei apenas esperando os machos me chamarem, em seguida eu já os chamava, até que por fim eu já não apenas insinuava como abertamente dizia que gostava de realizar quaisquer fantasias.

Não era deste tamanho, mas a largura era próxima.
Já quando eu pensava se deveria prosseguir ou não, engatei um papo com um macho. Ele ser de uma cidade do interior de São Paulo, mas que veio a BH estudar. Contou que morou em duas republicas, mas por ser gay não aguentava os olhares dos outros com quem dividia a moradia e decidiu rachar um apartamento com um amigo de faculdade tambem gay, mas deixou bem claro que ambos não tinham nada pois ambos eram ativos.

Para contrastar com meu antigo colosso de ébano, ele ainda era branco leite. Depois de muita conversa fomos pro MSN onde ele ficou me enviando fotos das partes que me interessavam de sua anatomia. Para meu espanto seu pau podia não chegar ao tamanho do meu ex, porem era bem grosso. Na furia por vingança me animei toda.

Ele perguntou se eu topava ir em seu apartamento, no que prontamente eu disse sim. Falei que me montaria por lá e ele não viu problema algum nisso.

 Arrumei minhas coisas e me encaminhei pro apê do gato que ficava relativamente rápido de chegar naquele horário. Quando desci próximo passei na farmácia e comprei um tubo de lubrificante a mais pois no caminho ponderei sobre a grossura do rapaz.

Chegando lá, ele me recebeu sem vergonha alguma e até me roubou um beijo. Me perguntou se eu queria beber algo, disse o que tinha e acabei falando que beberia o que ele estivesse bebendo. Ele trouxe uma mistura de vodka, um suco que até hoje não sei do que é, e um licor de menta. Bebi de forma ate rápida e perguntei onde poderia me trocar. Ele me levou até o banheiro e eu me tranquei lá enquanto dava um tapa no visual. Quando já estava terminando ele bate na porta e diz que esta me esperando na cozinha e explica que fica no inicio do corredor.


Termino então a produção, usando um vestidinho rosa da época do namoro (que nem sei que fim dei nele) e saio. Chegando na cozinha me deparo não só com ele, mas com seu colega de apartamento, sentados à pequena mesa bebendo. vejo que ele propositalmente só deixou as duas cadeiras em que estão sentados. Ele dá um tapinha na própria perna e eu entendendo tudo me sento em seu colo. Ele me apresenta seu colega de quarto e me passa um novo copo de bebida.

Ficamos conversando amenidades e em uma das oportunidades ele chegou em meu ouvido e falou que seu colega era meio voyeur, se tinha algum problema ele estar ali. Eu disse que tudo bem e continuamos, entre uma mão boba ali, uma troca de beijos mais intensos ali, e por ai vai. Ele então propõe de irmos para o quarto, e antes mesmo que eu levantasse do seu colo, seu amigo já esta de pé.

Mal chegamos lá e eu já fui me ajoelhando e abrindo sua bermuda, revelando logo aquele grosso monumento que eu ansiava desde o meio da tarde. Cai de boca avidamente naquele símbolo de perfeição que já esta altura se encontrava quase totalmente duro.  Eu me concentrei tanto nele que mal vi seu amigo se aproximar. ele ja nu me oferecia seu pau também, esse mais flácido e não tão impressionante mas também nada do que se jogar fora.


Após um tempo revezando e constatando que de voyeur o amigo não tinha nada, meu colosso falou que era melhor eu começar pelo seu amigo, pois seria mais fácil. Prontamente concordei e subi na cama ficando de quatro. Enquanto o mocinho avantajado ficava deitado ao alcance da minha boca, eu indicava ao colega que na minha mochila tinha lubrificante.

Enquanto voltava a me deliciar com aquele lindo pau, comecei a sentir o frio gel sendo derramado em minhas nádegas, senti um dedo também melado dele, massageando meu cuzinho até entrar nele. O afoito colega foi colocando mais e mais gel em mim. Eu como, por mais que não transasse a mais de um mês, ainda usava os vibros que tinha, sabia que nem precisava tanto. Paus daquele tamanho na época não eram problema pra mim.

Senti a pressão na entrada de meu cuzinho vindo de seu pau, e enquanto ainda me deliciava com aquela grossura nos labios, senti aquela outra delicia deslizando pra dentro de mim. Vendo a facilidade que foi, ele nem tardou e começou a movimentar, bombando de forma ritimada, nem rápido mas tampouco lentamente. Ele passava as mãos pelas minhas pernas, e ate se debruçava pra alisar a lateral do meu corpo e barriga, e apertar meus peitinho ainda no sutiã.

Em um determinado momento quando não estava chupando, apenas punhetando lentamente e lambendo meu grosso macho para que ele também não gozasse logo, comecei a sentir algo que não deveria estar sentindo. O pau do meu comedor estava desprotegido. Ainda punhetando perguntei da camisinha e sua resposta foi se debruçar novamente e pegar meu pequeno pau que gosto de chamar de "clitóris" e punhetar lentamente e dizer "relaxa gata agora já era, curte aí" quase que sendo respondido como um eco por seu amigo pauzudo "é relaxa e curte".

O colega me comendo não largou mais meu "clitoris", bombando de forma forte atrás de mim enquanto me masturbava de uma forma incrivelmente gostosa. Não sei se só pelo alcool misturado a toda a raiva e desejo de vingança, com todo aquele tesão devido ao tempo sem nada, mas aquilo virou a cereja do bolo para eu perder a cabeça. Comecei a rebolar o pouco que dava com ele me masturbando. Fui me movimentando e tornando a foda mais forte e violenta. Ele por sua vez começou a acelerar a masturbação que fazia em mim. Aquilo foi me dando uma sensação que me deixava a beira de gozar e voltar. Comecei quase como que num mantra falar fodas. Isso, foda, Fodas, FODAS. Foi quando meu gozo se anunciou. Involuntariamente meu cuzinho começou a se apertar e ele acelerou ainda mais o quanto pôde seus movimentos.

Gozei.

Gozei muito. Ao ponto de perder a visão por instantes. Cada musculo das pernas e braços travar de forma que so quando foi passando fui sentindo melhor que ele continuava a meter forte e pouco depois de meu gozo findar ele me preencheu com sua porra.

Ele se retirou me deixando ali meio que travada de tanto tesão começando a pingar seu liquido. Foi quando ouço um "minha vez".

Tinha quase esquecido o pauzudo. Sei lá a quanto tempo eu não estava mais nem o masturbando. Ele sem querer me dar descanso foi se posicionar atras de mim. Pedi então pra irmos de ladinho pois o amigo dele havia me cansado. Ele não viu problemas e se deitou atrás de mim. Habilmente passou seu braço esquerdo por baixo de mime me segurou pelo peito, enquanto que com o direito passou só um pouco mais de lubrificante, segurou minha perna direita e a levantou.

Seu pau que pouco tinha abaixado, so com a situação ja estava totalmente erguido novamente. Respirei fundo ao sentir seu pau tocar meu cu, e me preparei.

Ainda bem pois ele enfiou com firmeza e força já de cara. Com um pequeno puxão em minha perna e abraçando meu corpo , como se portando uma lança entre as pernas ele movimentou o quadril e de um cope passou aquela cabeça que de pequena não tinha nada, e o inicio do corpo daquele colosso que so ficava mais grosso a medida que chegava em sua base. Ele foi depois disso me dando mais tempo para acostumar, mas mesmo assim ao termino da entrada daquela coisa em mim, eu tremia, muito. Tremia descontroladamente.

Ele bombou calmamente, e embora tenha demorado, a maior parte da dor virou prazer. O tesão começou a voltar. Se instantes atras eu pedia aos céus que ele não demorasse a gozar, agora eu começava a ansiar por mais uns instantes.

Não sei se pela quebra de ritmo, das chupas firmes e punheta gostosa, pra essa foda lenta, ele parecia que não gozaria nunca, quando eu achei que na foda por tudo que fizemos antes, ele gozaria logo. Acabei ate me recobrando e pedi a ele pra deitar que eu ia cavalga-lo. Não sei o que foi pior, ele sair e deixar aquele vácuo, ou eu ter de sentar naquilo tudo de novo. Mas o tesão estava a mil e eu comecei a cavalga-lo com força.

Como seu inspirado colega , que a propósito sorrateiramente tinha saído do quarto, ele pegou em meu "clitóris" e enquanto eu cavalgava me masturbava. Eu comecei a ir a loucura e praticamente a pular em seu membro. Não tardei a gozar novamente quase perdendo as forças. Ele que deveria estar quase lá, me segurou pela bunda e quase como se estivesse se masturbando usando meu corpo pra isso, me subiu e desceu no seu pau, acelerando fortemente até ele tambem me inundar com sua porra, que alias deixou no chinelo o amiguinho pois foi muito mais abundante.

Com aquela sem graceza própria pós sexo fui dispensada e voltei pra casa.

Me sentindo usada.

Me sentindo maculada.

 Me sentindo preenchida.

Me sentindo vingada e feliz.

Ainda os encontrei cada um sozinho ou juntos meia dúzias de vezes em todas sendo tratada como o objeto que sou e sendo feliz como tal.

Me lembrei dessa historia outro dia ao ver esta imagem.




quinta-feira, 18 de setembro de 2014 0 comentários

[Relembra é viver] Doce engano

Como parte da minha seção Relembrar é viver, sob ordens de minha Senhora, irei relatar antigas aventuras.

Esta é da epoca que namorei um homem bem tarado por um longo tempo.





Na epoca meu namorado fazia faculdade de arquitetura, e ele conseguiu um estagio bem concorrido numa empresa. A parte ruim era que mesmo sendo remunerado ele devido a um projeto longo da empresa, as vezes se viajava e ficava uns dias fora, acabava que ate quando voltava ficávamos uns dias sem nos vermos pois ele tinha de correr com trabalhos da faculdade que se acumularam.

Numa destas vezes coincidiu que uma festa de familia minha caiu num sábado, uma da dele num domingo e na segunda ele viajou por dois dias chegando no terceiro. Acabou que só nos veríamos na sexta feira e ainda assim na festa de um amigo nosso.

Já estava a uma semana sem ver aquele monumental pedaço de carne que tanto me dava prazer e já estava ficando louca.

Fui para a casa dele, me arrumei e ele quando chegou da faculdade mal teve tempo de me dar uns beijos, e seguimos para a festa.

Embora não fosse bem uma festa GLS, a maioria dos amigos dele o eram, e os climas das festas deste amigo dele sempre foram bem cheias de lascívia e eu me sentia a vontade de ir montada. Fiquei beijando meu macho mas logo fui puxada pra uma conversa por uma amiga nossa.

Em pouco tempo vi meu macho aos amassos com um amigo nosso.  Por mais que fosse aberto nosso relacionamento, naquele dia eu estava com a vadia encarnada e queria muito dar pra ele. Comecei nervosamente a beber um copo atrás do outro de uma bebida que fizeram com vodka, embora fraca pela quantidade e rapidez que bebi, fiquei com tesão ainda mais a flor da pele. Pedi licença a amiga e me direcionei a ele. Confesso dei uma tropeçadinha no caminho. Cheguei em seu ouvido e disse: "te espero no quarto".



Sem esperar resposta, como uma boa fêmea puta que está disputando território segui meu caminho e entrei no quarto de hospedes onde sempre nas visitas na casa deste amigo nós nos pegávamos.  Acendi a luz mas logo mudei de ideia e a apaguei novamente. Deixei a porta entreaberta e fui até a cama. Abri a bolsa e tirando de lá o lubrificante, retirei a calcinha e passei um pouco na entrada do meu rabinho. Deixei então tudo de lado e fiquei ali de quatro. A espera do macho.


Não demorou muito, mas tambem não foi de imediato, e a porta se abriu. Disse apenas "Já to lubrificada, vai e faz o que sabe fazer bem".

Ouvi a porta ser quase fechada, deixando um pequeno filete de luz. Eu a essa hora fechei meus olhos bem fechados. Queria apenas sentir a sensação. Estranhei a demora porem fiqui em minha posição.

Logo senti ele se aproximar, e em seguida o roçar de seu pau pincelando meu buraquinho. Porque ele esta de camisinha me perguntei, mas logo me deixei levar. Ele foi lentamente tentando adentrar meu cuzinho no que eu disse apenas "Enfia tudo, me arromba". Eu estava com um fogo enorme, e queria ser tratada como a puta dele, depois de uma semana sem sentir nada me adentrando.

Ele não se fez de rogado e enfiou com força até o fim. Foi quando eu percebi. Meu namorado era bem avantajado, e eu tive sérios problemas a me acostumar com aquele calibre. Aquele pau não chegava perto nem de seu comprimento que dirá sua largura. Virei meu rosto pra trás afim de ver quem era aquela pessoa. Meus olhos, que antes estavam fechados, somados a escuridão e aquela luz por menor que seja vindo de tras dele, me fizeram custar a definir a figura que me adentrava.

Enquanto tentava perceber quem era ele, a figura já bombava de forma ritmada. Minha cabeça entorpecida não ajudava em nada, ainda mais com o prazer que comecei a sentir. Realmente importava quem estava me comendo? Logo a mim que me identifico tanto com a ideia de ser vadia?

Comecei então a curtir a sensação, tanto daquele pedaço desconhecido de carne me adentrando, quanto de eu nem ao menos saber a quem pertencia. Comecei a me mover de modo a aumentar a força com que era penetrada. Senti seus dedos cravando com cada vez mais força em minhas nadegas, e puxava com força meu cuzinho de encontro a seu pau.



Não tardou e com aquele ritmo todo, e com as reboladas que por fim resolvi dar, ele num urro contido, quase como que temendo que alguém ouvisse, anunciou seu triunfo. Ele gozara. Ainda remexi varias vezes com seu pau em mim, mesmo com ele reduzindo o ritmo, o que fez prolongar um pouco seu prazer.

Meu macho até então anonimo tirou a camisinha e deitou-se a meu lado. Pude então ver que ele era um conhecido, que muitas vezes estava nas festas mas com quem nunca troquei uma palavra. Já o tinha visto algumas vezes conversando com meu namorado, mas ele era mais amigo do dono da casa.

Ele então ficou se esfregando em mim e trocando caricias. Disse que ia pegar umas bebidas e voltava. Alguns minutos depois imaginando que fosse uma desculpa, acendi a luz e fui ajeitar minhas coisas. Mal tinha colocado as coisas na bolsa, e estava colocando minha calcinha e meu namorado adentra o quarto com o cara que estava aos amassos. De forma breve me perguntou como foi, explicou que a tempos o colega falava de me comer mas ele não gostava de plateia. Entendi que ele viu minha deixa da noite como oportunidade pra me oferecer ao coleguinha. Entre pedidos pra eu liberar o quarto sai, e acabei me deparando com meu comedor quando quase chegava a sala.

Peguei a bebida que ele trouxe e puxei papo, perguntando sobre aquilo de ele querer me comer a tempos. Ficamos um bom tempo nos pegando num canto em beijos e amassos que quase descambaram pra um segundo tempo.

Por fim meu namorado saiu do quarto depois de um bom tempo e após ficarmos os quatro conversando um tempo eu e ele fomos pra sua casa. Ele com o sorriso de quem entregou a fêmea a alguém , e eu radiante por ter feito meu papel de vadia.



segunda-feira, 15 de setembro de 2014 0 comentários

[ Desejos ] A dura mas prazerosa verdade



A um tempo postei este texto no facebook porem como minha senhora o apreciou tanto, irei transcreve-lo aqui na minha serie falando de desejos:

"Lá estou eu novamente
Não nas roupas que a sociedade espera que eu use
Não nas vestes que as pessoas associam ao meu gênero biológico
Mas sim nas roupas que meu desejo me compelem a usar

Ele sadicamente me colocou na beirada da cama, se posicionou atrás de mim e apertou o botão para que o vídeo começasse a rolar.
Na tela ele se aproximava de uma mulher, ambos no esplendor de seus corpos nús.
Como ve-lo assim na tela não fosse o bastante, sentir suas coxas aquecendo as minhas, e seu membro dando sinais de vida atrás de mim em nada ajudavam.
Em pouco tempo no vídeo, Ele não titubeia e passa a adentrar a sortuda musa com aquele belo órgão.

Ele me tortura, me fazendo ver tudo aquilo enquanto faz pequenos movimentos, só o suficientes para sentir calafrios devido a seu corpo roçando no meu.
Quando no ápice, após vários minutos daquilo, entre trocas de posições e urros de prazer na tela, ele aproxima seus lábios do meu ouvido direito e sussurra:
"Admita, você praticamente não prestou atenção nela o tempo todo"
E tive de admitir até mesmo para mim, o tempo todo estava mesmerizada unicamente pelo seu vigoroso falo em ação.

Como que sincronizado ele se levanta e se prosta em minha frente, dando a oportunidade que eu visse a ele, ou a mulher no vídeo, que agora a câmera se mexia pra foca-la.
Nunca saberei como era o rosto da menina pois estava como sempre hipnotizada por sua ferramenta.

Com seu sinal de que poderia fazer o que quisesse, não pude resistir, e num ato continuo ajoelhei perante Ele e acomodei seu falo entre meus lábios.

E ali estava eu, de modo sôfrego o sugando, como quem tenta extrair algo sem o qual não conseguiria viver.
O que em meu caso nem de longe deixa de ser verdade, pois sem um pedaço pujante de carne como aquele, eu não existiria.

Sou então estapeada na cara. Sem uma palavra Ele me aponta a cama. Sei o que ele quer e precisa.
Uma mera boca de submissa não o satisfaria, o que conseguiria dar-lhe prazer seria apenas ser acomodado no interior de uma meretriz.
A sua meretriz.
Eu.

De quatro o espero, pensando que ele talvez seja misericordioso desta vez, porem isso não acontece. Pois não mereço misericórdia.
Sinto ele adentrar meu ser quase com metade de sua plenitude de uma vez. A dor é um preço pequeno, e uma oferta digna, para que Ele tenha prazer.
Meu membro disfuncional, que mal poderia ser descrito como impotente pois para isso teria de pelo menos funcionar ocasionalmente, ao balançar flacidamente, serve de certeza de que para aquilo que nasci.

Ele em sua infinita sabedoria do que é melhor para mim, não deixa que eu me acostume com toda sua opulência que me preenche, e continua a me adentrar ainda mais a cada estocada.

Qualquer pessoa sã iria querer que aquilo acabasse logo.
Mas eu sou mais sã do que o mais são, pois sei que aquilo é meu propósito, ali é meu lugar, e anseio que nunca termine.

Mas uma hora tem de acabar.

Sinto junto as estocadas firmes, e os tapas em minhas nádegas, os primeiros jatos d'Ele me preenchendo.
Um após o outro, quase parecendo não ter fim.
Cada um deles como uma espécie de agua mais pura, lavando qualquer ideia de virilidade que eu possa ter

E após ele sair, seu sumo que transborda num filete e termina num gotejar no meu instrumento inútil.
Como uma metáfora que gota a gota, minha masculinidade se esvai."
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Apresentação

Ola, meu nome é Amanda de Barbarella

Sou uma crossdresser putinha e escrava sexual.

Sou propriedade da Senhora Barbarella SW de Lord James que me ordenou a criar estes blog.

Seguindo suas ordens irei descrever aqui meus desejos mais fortes, as sessões em que me submeterei a ela, historias passadas entre mim e meus machos e o que mais ela achar conveniente que eu exponha aqui.

Espero que isso os agrade, mas acima de tudo, agrade a ela.
 
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