Muitas vezes por eu ter de sair de casa as quintas feiras as 4:30 da manhã ela ficava por lá uma vez que tinha dormido na minha casa. Em outras como tinha chave da casa eu chegava na sexta feira do trabalho e ela já estava lá, as vezes mesmo sem combinarmos nada, uma vez que tinha a chave.
Pois bem, numa sexta feira ao chegar em casa tudo estava normal, ela estava na sala assistindo TV, nos cumprimentamos conversamos e eu fui no quarto me trocar. Enquanto tirava o tênis e o colocava ao lado da cama, eu notei que ele bateu em algo. Era a mochila dela, mas ela sempre a deixava na sala de jantar ou perto da entrada do quarto. A peguei pra deixar no local que sempre ficava, e quando a ergui notei que tinha uma calcinha embolada no chão. Como a mochila estava aberta, obviamente achei que tinha caído de lá e a peguei. Eis que me surpreendo de sentir que ela esta molhada. Ao abri-la vejo ainda resíduos de um liquido branco bem conhecido. O cheiro, aparência e textura claramente denotavam que aquilo era porra, e não era minha.
Coloquei a calcinha onde estava e a mochila em cima dela, como se nunca a tivesse encontrado. Afastei os tênis para o outro lado da cama para aparentar que nem cheguei perto, terminei de me trocar e fui para a sala.
Em meio a conversa, perguntei a ela , como quem não quer nada, se ela me esperou muito, no que ela responde que tinha chegado pouco antes da minha irmã alegando que como eu sabia, ela não gostava de ficar muito tempo sozinha na casa sem mim.
Nas três semanas seguintes comecei a perceber varias pistas pela casa e no comportamento dela. Notar desde que se eu tinha alguma reunião na escola durante a semanae avisava previamente que ou ela não ia embora ou quando chegava ela ja estava lá, que a cama estava mexida (mesmo que arrumada pra parecer que não foi), ou até que o chuveiro sempre tinha sido usado e ela aparentava ter tomado banho a pouco tempo quando chegava de reuniões ou nas noites de quinta ou sexta.
Cheguei, já depois de varias pistas a fazer coisas como olhar por cima quantos cigarros ela jogou no lixo antes deu chegar, deixar um palito, (como vi num filme) na dobradiça da porta pra depois não o encontrar lá mostrando que ela tinha estado na casa e saindo antes que eu chegasse.
Um dia então resolvi botar minha teoria em pratica. Avisei com quase uma semana de antecedência que na quarta feira seguinte eu teria uma fictícia reunião próximo do horário do almoço na escola e que ela deveria se estender até pouco depois das duas da tarde ou mais.
Nos dias seguintes intensifiquei ainda mais minha mania de ligar antes de sair pra ir pra casa dela, avisar quando estava chegando lá, ou saindo do serviço. Tudo parte do plano.
Na dita quarta feira, levantei tarde, me arrumei e sai. A principio fui a uma padaria proxima e lanchei. Quando deu uma meia hora depois fui para uma lojinha perto que era bem movimentada e liguei pra ela. Aproveitei o burburinho e disse que a reunião tava bem desorganizada, que o cara que ia conduzi-la errou na gravação da midia e teve de voltar em casa pra buscar as planilhas e power points em casa e que a estimativa agora era que não sairia dali antes das 16 ou 17 horas mas que ligaria pra ela quando estivesse saindo.
Dali andei até a avenida que cruzava com a rua da minha casa e parei na esquina. Como ali ficava no fim do quarteirão seguinte e minha rua subia na direção da minha casa, dali eu podia ver qualquer um que subisse por ali ou ate parasse no portão.
Fiquei um bom tempo ali ouvindo coisas no telefone. Quase uma hora depois de estar ali, avisto uma figura conhecida que tinha passado do outro lado da rua lendo e nem me visto. Era um colega da minha cunhada, um rapaz negro sem muitos atrativos ou peculiaridades. Talvez se eu mesmo não tivesse de fones de ouvido eu tivesse o cumprimentado. O que pensei poucos segundos depois que seria má ideia, pois ele iria acabar comentando que me viu ali e naquele horário.
Bem acompanhei o tal colega com o olhar pensando que nunca desconfiei que ele morasse ou frequentasse meu bairro. Porem ele foi subindo a minha rua, passou a esquina seguinte e continuou a subir, agora no meu quarteirão. Um frio foi subindo a minha espinha a cada passo depois desta constatação. Ele subindo e subindo ate que sim, ele parou no portão da minha casa. Daquela distancia por mais que eu pudesse ver isso, não podia discernir mais nada, seja como se cumprimentaram ou qualquer coisa do tipo. O portão simplesmente fechou.
Esperei um tempo e subi atrás.
Aproveitando uma peculiaridade da minha casa, de que ela tinha uma casa nos fundos e inquilinos, abri o portão normalmente e até caminhei pelo corredor que dava acesso. Quando eu e ela estávamos fazendo sexo, isso nos indicava se era um inquilino que chegava ao invés da minha irmã por exemplo.
Após um tempo, pé ante pé fui ate a porta de entrada que estava destrancada. Entrei e a fechei sorrateiramente e me esgueirei para o antigo quarto da minha irmã que agora ficava no segundo andar, que deixei antes de sair só com a porta encostada. A porta deu uma mini rangida que me fez pensar que seria o fim do meu ardil, mas eles continuaram a conversar lá da cozinha.
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| Realmente não dá pra culpar |
pra perceber que estavam lá só pq ela estava servindo agua pra ele. Ela enquanto se deslocava pelo corredor disse pra irem pra sala que ele terminava de beber por lá. Pude então acompanhar melhor o dialogo. Ou quando ele aconteceu. Porque de inicio o barulho que vinha da sala era claramente de beijos. Daqueles sôfregos e ardentes, que no ímpeto de agarrar o parceiro e se mexer, se erra até a boca a cada mexida dando pra ouvir. Óbvio que os gemidos seguintes tornaram ainda mais claros a pegação.
Ele perguntou a ela se transamos na noite anterior como ela tinha falado que planejava fazer. Ela disse que sim, e depois se corrigiu com um "tentamos". Contou que tínhamos começados as preliminares bem, que ela ate gozou com o oral que fiz, porem que eu não tinha aguentado três minutos de penetração com ela e broxei. Contou então que me disse que ia me provocar e começou a se masturbar e percorrer o copo com a outra mão. Contou que enquanto falava pra mim de como gostava das minhas caricias e de mim, que ela pensava nele metendo nela.Ela foi interrompida em seu relato pelo que pareceu novamente caricias, chupões e beijos. Como poderia culpa-la, como ela bem disse, eu não a satisfazia.
Ela então o trouxe pela mão novamente e ainda se pegando fortemente entraram no meu quarto. O ângulo pela fresta da porta do quarto da minha irmã não era dos melhores, porem como eles estavam de porta aberta a maior parte da ação eu pude ver. E principalmente ouvir.
Ouvi a minha incompetência ser clamada em alto em bom som. Seja na forma de elogios a performance dele, ou comparando-a a minha e a ridicularizando. Vi aquele pau, que em sua plenitude próximo ao meu "clitóris" o faria parecer um palito de dentes, adentrar ela, que urrava e gemia. Via ele a chamando de vadia ao bombar nela de quatro, enfiando e tirando aquele monumento a fazendo quase morrer de tesão.
Não aguentei e abaixei minhas calças e comecei a me masturbar. Vendo tudo aquilo o tesão foi demais. A situação de ter minha incompetência exposta já seria o suficiente pra me enlouquecer, porem ver aquela imagem e me imaginar no lugar dela foram demais pra mim. Acabei gozando fartamente entre bombadas fortes seguidas que el dava nela ainda de quatro enquanto ela elogia seu pau. Ele por fim gozou tirando de dentro de sua bucetinha e derramando seu liquido em suas costas. Ficaram de caricias, beijos e acabaram em pouquíssimo tempo se animando pra mais um tempo.
Eles ainda demoraram um bom tempo naquilo quando enfim foram para o banheiro, o que foi minha deixa. Assim que ouvi o chuveiro ser ligado, sai novamente pé ante pé. Peguei um ônibus e fui para um shopping próximo. Assim que deu um horário próximo do que tinha dito liguei dizendo que a reunião terminara e que eu ia pegar o ônibus pra casa e que em uma hora estaria lá.
Ela nunca soube que eu descobri, mas depois de um tempo as pistas de que acontecia algo nos dias que eu me ausentava foram escasseando, até desaparecer, o que queria dizer que eles foram se vendo menos ate acabar.
Obviamente não me enganei. Sabia que ao longo do tempo ela com certeza teve de recorrer a outros homens pra sentir prazer, afinal eu é que não conseguiria dar isso a ela.
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| Acho que só algo assim a satisfaria. Porem não chego nem perto, como o marido na foto. |





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