A um tempo postei este texto no facebook porem como minha senhora o apreciou tanto, irei transcreve-lo aqui na minha serie falando de desejos:
"Lá estou eu novamente
Não nas roupas que a sociedade espera que eu use
Não nas vestes que as pessoas associam ao meu gênero biológico
Mas sim nas roupas que meu desejo me compelem a usar
Ele sadicamente me colocou na beirada da cama, se posicionou atrás de mim e apertou o botão para que o vídeo começasse a rolar.
Na tela ele se aproximava de uma mulher, ambos no esplendor de seus corpos nús.
Como ve-lo assim na tela não fosse o bastante, sentir suas coxas aquecendo as minhas, e seu membro dando sinais de vida atrás de mim em nada ajudavam.
Em pouco tempo no vídeo, Ele não titubeia e passa a adentrar a sortuda musa com aquele belo órgão.
Ele me tortura, me fazendo ver tudo aquilo enquanto faz pequenos movimentos, só o suficientes para sentir calafrios devido a seu corpo roçando no meu.
Quando no ápice, após vários minutos daquilo, entre trocas de posições e urros de prazer na tela, ele aproxima seus lábios do meu ouvido direito e sussurra:
"Admita, você praticamente não prestou atenção nela o tempo todo"
E tive de admitir até mesmo para mim, o tempo todo estava mesmerizada unicamente pelo seu vigoroso falo em ação.
Como que sincronizado ele se levanta e se prosta em minha frente, dando a oportunidade que eu visse a ele, ou a mulher no vídeo, que agora a câmera se mexia pra foca-la.
Nunca saberei como era o rosto da menina pois estava como sempre hipnotizada por sua ferramenta.
Com seu sinal de que poderia fazer o que quisesse, não pude resistir, e num ato continuo ajoelhei perante Ele e acomodei seu falo entre meus lábios.
E ali estava eu, de modo sôfrego o sugando, como quem tenta extrair algo sem o qual não conseguiria viver.
O que em meu caso nem de longe deixa de ser verdade, pois sem um pedaço pujante de carne como aquele, eu não existiria.
Sou então estapeada na cara. Sem uma palavra Ele me aponta a cama. Sei o que ele quer e precisa.
Uma mera boca de submissa não o satisfaria, o que conseguiria dar-lhe prazer seria apenas ser acomodado no interior de uma meretriz.
A sua meretriz.
Eu.
De quatro o espero, pensando que ele talvez seja misericordioso desta vez, porem isso não acontece. Pois não mereço misericórdia.
Sinto ele adentrar meu ser quase com metade de sua plenitude de uma vez. A dor é um preço pequeno, e uma oferta digna, para que Ele tenha prazer.
Meu membro disfuncional, que mal poderia ser descrito como impotente pois para isso teria de pelo menos funcionar ocasionalmente, ao balançar flacidamente, serve de certeza de que para aquilo que nasci.
Ele em sua infinita sabedoria do que é melhor para mim, não deixa que eu me acostume com toda sua opulência que me preenche, e continua a me adentrar ainda mais a cada estocada.
Qualquer pessoa sã iria querer que aquilo acabasse logo.
Mas eu sou mais sã do que o mais são, pois sei que aquilo é meu propósito, ali é meu lugar, e anseio que nunca termine.
Mas uma hora tem de acabar.
Sinto junto as estocadas firmes, e os tapas em minhas nádegas, os primeiros jatos d'Ele me preenchendo.
Um após o outro, quase parecendo não ter fim.
Cada um deles como uma espécie de agua mais pura, lavando qualquer ideia de virilidade que eu possa ter
E após ele sair, seu sumo que transborda num filete e termina num gotejar no meu instrumento inútil.
Como uma metáfora que gota a gota, minha masculinidade se esvai."
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