quinta-feira, 18 de setembro de 2014

[Relembra é viver] Doce engano

Como parte da minha seção Relembrar é viver, sob ordens de minha Senhora, irei relatar antigas aventuras.

Esta é da epoca que namorei um homem bem tarado por um longo tempo.





Na epoca meu namorado fazia faculdade de arquitetura, e ele conseguiu um estagio bem concorrido numa empresa. A parte ruim era que mesmo sendo remunerado ele devido a um projeto longo da empresa, as vezes se viajava e ficava uns dias fora, acabava que ate quando voltava ficávamos uns dias sem nos vermos pois ele tinha de correr com trabalhos da faculdade que se acumularam.

Numa destas vezes coincidiu que uma festa de familia minha caiu num sábado, uma da dele num domingo e na segunda ele viajou por dois dias chegando no terceiro. Acabou que só nos veríamos na sexta feira e ainda assim na festa de um amigo nosso.

Já estava a uma semana sem ver aquele monumental pedaço de carne que tanto me dava prazer e já estava ficando louca.

Fui para a casa dele, me arrumei e ele quando chegou da faculdade mal teve tempo de me dar uns beijos, e seguimos para a festa.

Embora não fosse bem uma festa GLS, a maioria dos amigos dele o eram, e os climas das festas deste amigo dele sempre foram bem cheias de lascívia e eu me sentia a vontade de ir montada. Fiquei beijando meu macho mas logo fui puxada pra uma conversa por uma amiga nossa.

Em pouco tempo vi meu macho aos amassos com um amigo nosso.  Por mais que fosse aberto nosso relacionamento, naquele dia eu estava com a vadia encarnada e queria muito dar pra ele. Comecei nervosamente a beber um copo atrás do outro de uma bebida que fizeram com vodka, embora fraca pela quantidade e rapidez que bebi, fiquei com tesão ainda mais a flor da pele. Pedi licença a amiga e me direcionei a ele. Confesso dei uma tropeçadinha no caminho. Cheguei em seu ouvido e disse: "te espero no quarto".



Sem esperar resposta, como uma boa fêmea puta que está disputando território segui meu caminho e entrei no quarto de hospedes onde sempre nas visitas na casa deste amigo nós nos pegávamos.  Acendi a luz mas logo mudei de ideia e a apaguei novamente. Deixei a porta entreaberta e fui até a cama. Abri a bolsa e tirando de lá o lubrificante, retirei a calcinha e passei um pouco na entrada do meu rabinho. Deixei então tudo de lado e fiquei ali de quatro. A espera do macho.


Não demorou muito, mas tambem não foi de imediato, e a porta se abriu. Disse apenas "Já to lubrificada, vai e faz o que sabe fazer bem".

Ouvi a porta ser quase fechada, deixando um pequeno filete de luz. Eu a essa hora fechei meus olhos bem fechados. Queria apenas sentir a sensação. Estranhei a demora porem fiqui em minha posição.

Logo senti ele se aproximar, e em seguida o roçar de seu pau pincelando meu buraquinho. Porque ele esta de camisinha me perguntei, mas logo me deixei levar. Ele foi lentamente tentando adentrar meu cuzinho no que eu disse apenas "Enfia tudo, me arromba". Eu estava com um fogo enorme, e queria ser tratada como a puta dele, depois de uma semana sem sentir nada me adentrando.

Ele não se fez de rogado e enfiou com força até o fim. Foi quando eu percebi. Meu namorado era bem avantajado, e eu tive sérios problemas a me acostumar com aquele calibre. Aquele pau não chegava perto nem de seu comprimento que dirá sua largura. Virei meu rosto pra trás afim de ver quem era aquela pessoa. Meus olhos, que antes estavam fechados, somados a escuridão e aquela luz por menor que seja vindo de tras dele, me fizeram custar a definir a figura que me adentrava.

Enquanto tentava perceber quem era ele, a figura já bombava de forma ritmada. Minha cabeça entorpecida não ajudava em nada, ainda mais com o prazer que comecei a sentir. Realmente importava quem estava me comendo? Logo a mim que me identifico tanto com a ideia de ser vadia?

Comecei então a curtir a sensação, tanto daquele pedaço desconhecido de carne me adentrando, quanto de eu nem ao menos saber a quem pertencia. Comecei a me mover de modo a aumentar a força com que era penetrada. Senti seus dedos cravando com cada vez mais força em minhas nadegas, e puxava com força meu cuzinho de encontro a seu pau.



Não tardou e com aquele ritmo todo, e com as reboladas que por fim resolvi dar, ele num urro contido, quase como que temendo que alguém ouvisse, anunciou seu triunfo. Ele gozara. Ainda remexi varias vezes com seu pau em mim, mesmo com ele reduzindo o ritmo, o que fez prolongar um pouco seu prazer.

Meu macho até então anonimo tirou a camisinha e deitou-se a meu lado. Pude então ver que ele era um conhecido, que muitas vezes estava nas festas mas com quem nunca troquei uma palavra. Já o tinha visto algumas vezes conversando com meu namorado, mas ele era mais amigo do dono da casa.

Ele então ficou se esfregando em mim e trocando caricias. Disse que ia pegar umas bebidas e voltava. Alguns minutos depois imaginando que fosse uma desculpa, acendi a luz e fui ajeitar minhas coisas. Mal tinha colocado as coisas na bolsa, e estava colocando minha calcinha e meu namorado adentra o quarto com o cara que estava aos amassos. De forma breve me perguntou como foi, explicou que a tempos o colega falava de me comer mas ele não gostava de plateia. Entendi que ele viu minha deixa da noite como oportunidade pra me oferecer ao coleguinha. Entre pedidos pra eu liberar o quarto sai, e acabei me deparando com meu comedor quando quase chegava a sala.

Peguei a bebida que ele trouxe e puxei papo, perguntando sobre aquilo de ele querer me comer a tempos. Ficamos um bom tempo nos pegando num canto em beijos e amassos que quase descambaram pra um segundo tempo.

Por fim meu namorado saiu do quarto depois de um bom tempo e após ficarmos os quatro conversando um tempo eu e ele fomos pra sua casa. Ele com o sorriso de quem entregou a fêmea a alguém , e eu radiante por ter feito meu papel de vadia.



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