Num destes papos por MSN onde fomos de uma conversa amigável a trocas de insultos, ele acabou jogando na minha cara que depois dele não me satisfaria com ninguém, que não conseguiria pegar ninguém, e toda coisa do gênero.
Passava pouco da hora do almoço, lembro bem como se fosse hoje, e eu fiquei possessa.
Já estava a um mês e pouco sem transar, e como se não fosse o bastante, ainda tinha de ouvir aquilo.
Entrei então no famigerado chat do UOL, o mesmo que anos antes me apresentou a ele, e decidida a me oferecer a todos até encontrar alguém pra dar ainda naquele dia, fui de sala em sala.
Comecei apenas esperando os machos me chamarem, em seguida eu já os chamava, até que por fim eu já não apenas insinuava como abertamente dizia que gostava de realizar quaisquer fantasias.
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| Não era deste tamanho, mas a largura era próxima. |
Para contrastar com meu antigo colosso de ébano, ele ainda era branco leite. Depois de muita conversa fomos pro MSN onde ele ficou me enviando fotos das partes que me interessavam de sua anatomia. Para meu espanto seu pau podia não chegar ao tamanho do meu ex, porem era bem grosso. Na furia por vingança me animei toda.
Ele perguntou se eu topava ir em seu apartamento, no que prontamente eu disse sim. Falei que me montaria por lá e ele não viu problema algum nisso.
Arrumei minhas coisas e me encaminhei pro apê do gato que ficava relativamente rápido de chegar naquele horário. Quando desci próximo passei na farmácia e comprei um tubo de lubrificante a mais pois no caminho ponderei sobre a grossura do rapaz.
Chegando lá, ele me recebeu sem vergonha alguma e até me roubou um beijo. Me perguntou se eu queria beber algo, disse o que tinha e acabei falando que beberia o que ele estivesse bebendo. Ele trouxe uma mistura de vodka, um suco que até hoje não sei do que é, e um licor de menta. Bebi de forma ate rápida e perguntei onde poderia me trocar. Ele me levou até o banheiro e eu me tranquei lá enquanto dava um tapa no visual. Quando já estava terminando ele bate na porta e diz que esta me esperando na cozinha e explica que fica no inicio do corredor.
Termino então a produção, usando um vestidinho rosa da época do namoro (que nem sei que fim dei nele) e saio. Chegando na cozinha me deparo não só com ele, mas com seu colega de apartamento, sentados à pequena mesa bebendo. vejo que ele propositalmente só deixou as duas cadeiras em que estão sentados. Ele dá um tapinha na própria perna e eu entendendo tudo me sento em seu colo. Ele me apresenta seu colega de quarto e me passa um novo copo de bebida.
Ficamos conversando amenidades e em uma das oportunidades ele chegou em meu ouvido e falou que seu colega era meio voyeur, se tinha algum problema ele estar ali. Eu disse que tudo bem e continuamos, entre uma mão boba ali, uma troca de beijos mais intensos ali, e por ai vai. Ele então propõe de irmos para o quarto, e antes mesmo que eu levantasse do seu colo, seu amigo já esta de pé.
Mal chegamos lá e eu já fui me ajoelhando e abrindo sua bermuda, revelando logo aquele grosso monumento que eu ansiava desde o meio da tarde. Cai de boca avidamente naquele símbolo de perfeição que já esta altura se encontrava quase totalmente duro. Eu me concentrei tanto nele que mal vi seu amigo se aproximar. ele ja nu me oferecia seu pau também, esse mais flácido e não tão impressionante mas também nada do que se jogar fora.
Após um tempo revezando e constatando que de voyeur o amigo não tinha nada, meu colosso falou que era melhor eu começar pelo seu amigo, pois seria mais fácil. Prontamente concordei e subi na cama ficando de quatro. Enquanto o mocinho avantajado ficava deitado ao alcance da minha boca, eu indicava ao colega que na minha mochila tinha lubrificante.
Enquanto voltava a me deliciar com aquele lindo pau, comecei a sentir o frio gel sendo derramado em minhas nádegas, senti um dedo também melado dele, massageando meu cuzinho até entrar nele. O afoito colega foi colocando mais e mais gel em mim. Eu como, por mais que não transasse a mais de um mês, ainda usava os vibros que tinha, sabia que nem precisava tanto. Paus daquele tamanho na época não eram problema pra mim.
Senti a pressão na entrada de meu cuzinho vindo de seu pau, e enquanto ainda me deliciava com aquela grossura nos labios, senti aquela outra delicia deslizando pra dentro de mim. Vendo a facilidade que foi, ele nem tardou e começou a movimentar, bombando de forma ritimada, nem rápido mas tampouco lentamente. Ele passava as mãos pelas minhas pernas, e ate se debruçava pra alisar a lateral do meu corpo e barriga, e apertar meus peitinho ainda no sutiã.
Em um determinado momento quando não estava chupando, apenas punhetando lentamente e lambendo meu grosso macho para que ele também não gozasse logo, comecei a sentir algo que não deveria estar sentindo. O pau do meu comedor estava desprotegido. Ainda punhetando perguntei da camisinha e sua resposta foi se debruçar novamente e pegar meu pequeno pau que gosto de chamar de "clitóris" e punhetar lentamente e dizer "relaxa gata agora já era, curte aí" quase que sendo respondido como um eco por seu amigo pauzudo "é relaxa e curte".
O colega me comendo não largou mais meu "clitoris", bombando de forma forte atrás de mim enquanto me masturbava de uma forma incrivelmente gostosa. Não sei se só pelo alcool misturado a toda a raiva e desejo de vingança, com todo aquele tesão devido ao tempo sem nada, mas aquilo virou a cereja do bolo para eu perder a cabeça. Comecei a rebolar o pouco que dava com ele me masturbando. Fui me movimentando e tornando a foda mais forte e violenta. Ele por sua vez começou a acelerar a masturbação que fazia em mim. Aquilo foi me dando uma sensação que me deixava a beira de gozar e voltar. Comecei quase como que num mantra falar fodas. Isso, foda, Fodas, FODAS. Foi quando meu gozo se anunciou. Involuntariamente meu cuzinho começou a se apertar e ele acelerou ainda mais o quanto pôde seus movimentos.
Gozei.
Gozei muito. Ao ponto de perder a visão por instantes. Cada musculo das pernas e braços travar de forma que so quando foi passando fui sentindo melhor que ele continuava a meter forte e pouco depois de meu gozo findar ele me preencheu com sua porra.
Ele se retirou me deixando ali meio que travada de tanto tesão começando a pingar seu liquido. Foi quando ouço um "minha vez".
Tinha quase esquecido o pauzudo. Sei lá a quanto tempo eu não estava mais nem o masturbando. Ele sem querer me dar descanso foi se posicionar atras de mim. Pedi então pra irmos de ladinho pois o amigo dele havia me cansado. Ele não viu problemas e se deitou atrás de mim. Habilmente passou seu braço esquerdo por baixo de mime me segurou pelo peito, enquanto que com o direito passou só um pouco mais de lubrificante, segurou minha perna direita e a levantou.
Seu pau que pouco tinha abaixado, so com a situação ja estava totalmente erguido novamente. Respirei fundo ao sentir seu pau tocar meu cu, e me preparei.
Ainda bem pois ele enfiou com firmeza e força já de cara. Com um pequeno puxão em minha perna e abraçando meu corpo , como se portando uma lança entre as pernas ele movimentou o quadril e de um cope passou aquela cabeça que de pequena não tinha nada, e o inicio do corpo daquele colosso que so ficava mais grosso a medida que chegava em sua base. Ele foi depois disso me dando mais tempo para acostumar, mas mesmo assim ao termino da entrada daquela coisa em mim, eu tremia, muito. Tremia descontroladamente.
Ele bombou calmamente, e embora tenha demorado, a maior parte da dor virou prazer. O tesão começou a voltar. Se instantes atras eu pedia aos céus que ele não demorasse a gozar, agora eu começava a ansiar por mais uns instantes.
Não sei se pela quebra de ritmo, das chupas firmes e punheta gostosa, pra essa foda lenta, ele parecia que não gozaria nunca, quando eu achei que na foda por tudo que fizemos antes, ele gozaria logo. Acabei ate me recobrando e pedi a ele pra deitar que eu ia cavalga-lo. Não sei o que foi pior, ele sair e deixar aquele vácuo, ou eu ter de sentar naquilo tudo de novo. Mas o tesão estava a mil e eu comecei a cavalga-lo com força.
Como seu inspirado colega , que a propósito sorrateiramente tinha saído do quarto, ele pegou em meu "clitóris" e enquanto eu cavalgava me masturbava. Eu comecei a ir a loucura e praticamente a pular em seu membro. Não tardei a gozar novamente quase perdendo as forças. Ele que deveria estar quase lá, me segurou pela bunda e quase como se estivesse se masturbando usando meu corpo pra isso, me subiu e desceu no seu pau, acelerando fortemente até ele tambem me inundar com sua porra, que alias deixou no chinelo o amiguinho pois foi muito mais abundante.
Com aquela sem graceza própria pós sexo fui dispensada e voltei pra casa.
Me sentindo usada.
Me sentindo maculada.
Me sentindo preenchida.
Me sentindo vingada e feliz.
Ainda os encontrei cada um sozinho ou juntos meia dúzias de vezes em todas sendo tratada como o objeto que sou e sendo feliz como tal.
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| Me lembrei dessa historia outro dia ao ver esta imagem. |




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